DIFF
Solicitar avaliação técnica

Linha de reparo · Mecatrônicas

Reparo de mecatrônicas para oficinas

Eletrônica, controle, sensores e atuadores no mesmo conjunto.

A operação inicial atende três famílias. O atendimento começa pela identificação da unidade.

Mecatrônicas automotivas sobre bancada de inspeção sob luz técnica.
Escopo
Avaliação e reparo eletrônico
Público
Oficinas e profissionais
Entrada
Código da peça + dados do veículo
Decisão
Orçamento antes da execução

Resposta rápida

A DIFF recebe mecatrônicas enviadas por oficinas de todo o Brasil, avalia a eletrônica do componente e apresenta o orçamento antes do reparo. A operação inicial atende DQ250, DQ500 e DL501/0B5.

  • A DIFF recebe o componente, não o veículo.
  • A oficina mantém o diagnóstico, a remoção, a instalação e o cliente.
  • Nenhuma execução acontece sem autorização.

Seção 01

O que é uma mecatrônica

A mecatrônica reúne controle eletrônico, sensores, atuadores e elementos eletro-hidráulicos da transmissão. Uma falha no câmbio não significa que toda a unidade precise ser substituída.

Controle eletrônico
A placa e o processamento que interpretam sinais e comandam a atuação.
Sensores
Os elementos que informam posição, rotação, pressão e temperatura ao controle.
Atuadores
O que converte comando em movimento dentro do conjunto.
Parte eletro-hidráulica
Solenoides e canais que traduzem o comando elétrico em pressão de trabalho.

Seção 02

Famílias atendidas

Cada família tem sua própria página, com o que precisa ser enviado, o que pode ser avaliado e onde estão os limites.

  • Mecatrônica DQ250 fotografada em macro sob luz de inspeção.

    DQ250

    Mecatrônica de transmissões DSG de seis marchas. A avaliação considera o código da peça, os sintomas, os códigos de falha e o histórico informado pela oficina.

    Transmissão
    DSG 6 marchas
    Escopo
    Reparo eletrônico
    Requisito
    Código da peça + sintomas
  • Mecatrônica DQ500 fotografada em macro sob luz de inspeção.

    DQ500

    Mecatrônica aplicada em transmissões preparadas para maiores níveis de torque. O atendimento depende da identificação correta da unidade.

    Aplicação
    Alto torque
    Escopo
    Reparo eletrônico
    Requisito
    Identificação da unidade
  • Mecatrônica DL501 / 0B5 fotografada em macro sob luz de inspeção.

    DL501/ 0B5

    Família presente em aplicações Audi e Porsche. Código, versão e escopo são confirmados antes do envio.

    Aplicação
    Audi · Porsche
    Escopo
    Reparo eletrônico
    Requisito
    Código e versão confirmados

Seção 03

O que a DIFF avalia

O escopo é eletrônico e o mesmo nas três famílias. O que muda entre elas é a identificação da unidade e o que precisa ser confirmado antes do envio.

Entra na avaliação
  • Identificação da unidade contra o código e os dados informados
  • Circuitos de alimentação interna
  • Linhas de comunicação
  • Conectores, pinagem e continuidade
  • Sensores integrados ao conjunto
  • Acionamento eletrônico de atuadores
  • Condição da placa, soldas e trilhas
  • Indícios de contaminação, umidade, aquecimento ou intervenção anterior
O que continua com a oficina
  • Diagnóstico no veículo e leitura da rede
  • Remoção e instalação do componente
  • Embreagem, atuação mecânica e circuito hidráulico
  • Adaptação, codificação e procedimentos pós-instalação

Seção 04

O que a oficina precisa verificar antes de enviar

A bancada não mostra as condições do veículo. Verifique causas externas antes da remoção para evitar o envio de uma unidade que não seja a origem da falha.

Alimentação e aterramento
Tensão de bateria sob carga, pontos de massa e fusíveis do circuito da transmissão.
Chicote e conectores
Continuidade, oxidação, pinos recuados e passagem de umidade pelo conector da unidade.
Nível e condição do fluido
Fluido fora de especificação ou contaminado produz sintomas que se parecem com falha eletrônica.
Leitura completa da rede
Códigos de falha de todos os módulos, não apenas os da transmissão. Uma falha de comunicação pode ter origem em outro nó.
Parte mecânica e hidráulica
Embreagem, atuação e pressão devem ser avaliadas no veículo. A bancada não substitui esse diagnóstico.
Histórico recente
Serviços feitos pouco antes do aparecimento do sintoma costumam explicar o sintoma.

Seção 05

Como funciona o envio

A DIFF recebe componentes enviados por oficinas de todo o Brasil. Envie a unidade somente após a confirmação de escopo.

  1. 01

    Antes de remover

    Elimine as causas externas no veículo e registre os códigos de falha antes de desmontar.

  2. 02

    Antes de postar

    Envie o código da peça, os dados do veículo, os sintomas e o histórico. A DIFF confirma o escopo e o formato de envio.

  3. 03

    Na embalagem

    Envie o componente completo. Proteja o conector e a área da placa. A orientação específica acompanha a confirmação do escopo.

  4. 04

    Na chegada

    A unidade é conferida contra o que foi declarado antes de entrar na avaliação.

Seção 06

O procedimento completo, etapa por etapa

A DIFF apresenta o orçamento após a avaliação. O reparo só começa com autorização da oficina.

  1. Etapa 01

    A oficina envia os dados.

    Código da peça, veículo, sintomas, códigos de falha e histórico do serviço.

    Oficina

  2. Etapa 02

    A DIFF confirma o escopo inicial.

    A equipe informa se a unidade entra na avaliação e quais dados ainda faltam.

    DIFF

  3. Etapa 03

    A oficina recebe as orientações de envio.

    Formato, embalagem e endereço são confirmados antes da postagem.

    DIFF

  4. Etapa 04

    O componente é recebido e identificado.

    A unidade física é conferida contra o código e as informações declaradas.

    DIFF

  5. Etapa 05

    A avaliação eletrônica é realizada.

    Alimentação, comunicação, circuitos, sensores e atuadores, dentro do que o teste de bancada alcança.

    DIFF

  6. Etapa 06

    O orçamento é apresentado.

    Após a avaliação e antes do reparo, com o que foi encontrado e o que não foi possível verificar.

    DIFF

  7. Etapa 07

    O reparo começa depois da autorização.

    Sem autorização da oficina, a unidade não segue para execução.

    Oficina

  8. Etapa 08

    O componente passa pelos testes aplicáveis.

    Os testes possíveis fora do veículo, compatíveis com o tipo de unidade.

    DIFF

  9. Etapa 09

    A unidade é devolvida à oficina.

    Com o registro do serviço. A instalação e os procedimentos de programação ou adaptação no veículo seguem com a oficina.

    DIFF

Prazo, garantia e viabilidade são informados junto com o orçamento, depois da avaliação. Nenhuma dessas informações é estimada antes de a unidade ser analisada. Consulte tambémo processo completo da DIFF.

Seção 07

Limitações do teste em bancada

Uma unidade aprovada em bancada pode continuar apresentando sintomas se houver falha externa no veículo. Por isso, diagnóstico no veículo, instalação e adaptações aplicáveis continuam com a oficina.

O teste de bancada permite avaliar funções específicas do componente, mas não reproduz necessariamente todas as condições do veículo. A oficina deve eliminar falhas externas, seguir os procedimentos de instalação e realizar as adaptações aplicáveis.

Falhas externas ao componente
Alimentação, aterramento, chicote e conectores continuam sendo responsabilidade do diagnóstico feito no veículo. A bancada alimenta a unidade em condições controladas, que não são as do carro.
Contaminação e condição física
Fluido contaminado, entrada de água e dano físico podem afetar o resultado e, em alguns casos, inviabilizar o reparo.
Parte mecânica e hidráulica
Embreagem, atuação mecânica e pressão hidráulica não são avaliadas fora do veículo. Quando o indício aponta para essas áreas, isso é informado em vez de tratado.
Intervenções anteriores
Reparos anteriores, unidades já abertas e componentes substituídos mudam o que a análise encontra e precisam ser declarados no envio.
Programação e adaptação
Codificação, adaptação e os procedimentos de instalação são executados no veículo, pela oficina. Uma unidade eletronicamente correta pode não funcionar sem eles.
Diferenças entre versões
Unidades da mesma família não são todas iguais. Versão, código da peça e nível de software definem o que se aplica a cada caso.
Falhas intermitentes
Sintomas que dependem de temperatura, vibração ou tempo de uso podem não se manifestar em bancada. Descrever a condição em que a falha aparece aumenta a chance de reproduzi-la.

Seção 08

Perguntas frequentes

Perguntas que aparecem antes do primeiro envio. Os prazos técnicos são estimativas; garantia e viabilidade dependem da unidade e são informados junto com o orçamento.

A operação inicial atende DQ250, DQ500 e DL501/0B5. Para outras famílias, consulte a DIFF com a identificação da unidade e o tipo de falha.

Pela etiqueta de identificação do componente e pelos dados do veículo. Quando houver dúvida, uma foto legível da etiqueta junto com marca, modelo, ano e motorização já permite direcionar o atendimento.

Não. A DIFF recebe o componente enviado pela oficina. O diagnóstico no veículo, a remoção, a instalação e os procedimentos pós-instalação permanecem com a oficina.

Sim. A DIFF recebe componentes enviados por oficinas de todo o Brasil. Antes da postagem, envie as informações da peça para confirmar o escopo e receber as orientações de envio.

Envie o código da peça, dados do veículo, sintomas e códigos de falha antes da postagem. Com esses dados, a DIFF informa se a unidade entra na avaliação e quais informações ainda faltam.

Sim. Os componentes devem ser enviados completos para avaliação, conforme orientação da equipe. O formato correto de envio é confirmado antes da postagem.

Sim. O orçamento vem depois da avaliação e antes de qualquer execução. Sem autorização da oficina, a unidade não segue para reparo.

Em soluções já desenvolvidas, o serviço técnico pode ser concluído em até 6 horas de trabalho. Casos novos, que exigem desenvolvimento, podem levar de 7 a 15 dias. Os tempos de transporte não estão incluídos. Os prazos são estimativas e podem variar conforme o componente, o defeito, as condições da unidade, a disponibilidade de peças e a necessidade de desenvolvimento técnico. O prazo definitivo é informado após a avaliação.

A garantia depende do serviço efetivamente realizado e é informada junto com o orçamento. Ela cobre o que foi reparado, não o funcionamento do conjunto no veículo.

Programação, clonagem e codificação estão disponíveis para famílias compatíveis. A possibilidade do procedimento é confirmada a partir do código e das condições do componente. Os procedimentos executados no veículo seguem com a oficina.

A oficina recebe o resultado da avaliação com o que foi verificado e o que não pôde ser reproduzido em bancada. Nenhum reparo é executado para justificar um atendimento.

O escopo é eletrônico. Quando a análise indica origem mecânica ou hidráulica, isso é informado à oficina em vez de ser tratado fora do escopo.

Pode, desde que isso seja informado no envio. Uma tentativa anterior não impede a avaliação, mas pode mudar diagnóstico, prazo, viabilidade e garantia.

A unidade já saiu do veículo

Agora precisamos identificar o componente.

Envie o código da peça, as informações do veículo, os sintomas e os códigos de falha para iniciar uma avaliação técnica.

Se ainda não souber a família, envie assim mesmo: a etiqueta e os dados do veículo resolvem a identificação.

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